30 de dez de 2011

Resenha: Toledo



Esta semana estreamos mais um jogo aqui em casa, em Toledo jogo de Martin Wallace cada jogador representa uma família de forjadores de espadas que tem o objetivo de apresentá-las ao Alcazar para obter prestigio (victory points) com o soberano.
Para isto precisamos coletar dinheiro e recursos como aço e pedras preciosas para a confecção das mais belas espadas do reino, assim como pinturas do artista local que também somam pontos ao final do jogo, além de algumas habilidades de espadachim que permitem duelar com oponentes por um determinado espaço no tabuleiro e também a habilidade de forjaria que nos permite forjar as espadas.

Ao longo do percurso no tabuleiro o jogador pode utilizar seus próprios recursos e habilidades sem custo através de seus próprios tiles, ou utilizar os tiles de recursos/habilidades dos seus oponentes pagando por isso.
O jogo é para 2 à 4 jogadores com tempo médio de 45 à 60 minutos.
 Tabuleiro grandão e muito bonito.

E lá fomos nós eu e a Jessica, na disputa para ver quem iria obter maior prestigio com o Alcazar, e nos momentos finais quando o jogo parecia vencido por mim que consegui apresentar as duas mais belas espadas do jogo repletas de pedras preciosas, que valiam 15 e 12 pontos fora outras bem bagaceiras de apenas 2 pontos na intenção de finalizar o jogo rapidamente, não é que a moça conseguiu terminar o jogo na minha frente pois além das espadas forjadas por ela a guria ainda tinha comprado praticamente todas as telas do artista local e foi justo nisto que se deu a diferença entre 37 e 34 pontos a favor da Jessica.

 No inicio do jogo ela já estava fazendo carinha de vou ganhar.

Visão geral do fim do jogo.

21 de dez de 2011

Domingol!!!

Depois de um dia inteiro de ralação, daquelas de final de ano pra botar tudo no lugar, eu e Jessica nos juntamos atacando na primeira joga do The King of Tokyo.


Baita jogo do Richard Garfield, jogamos um total de 9 partidas e levou uma hora e meia  + ou - , na oitava partida estavamos ainda empatados 4 à 4 e resolvemos que a próxima  seria a negra, a Jessica entrou pra dentro de Tokyo e ficou ganhando muitos pontos de vitória e tomando muito dano várias rodadas e quando viu o monstro dela estava com 3 de vida, após ela se esquivar da morte algumas vezes eu causei 3 de dano e o monstro dela morreu.


5 à 4 Jefferson.


Um final de semana ludicamente bem produtivo.

Sexta-feira de muita jogatina.

A galera da Jessica veio às 21:30 hs e começamos por algumas rodadas de massa a bolonhesa foram várias,

depois imendamos 3 rodadas de Dixit com todas as 3 versões do jogo com + de 170 cartas e usamos todas,

 a gurizada tava nas caipiroskas e vodca e isso acabou deixando a coisa ainda mais engraçada.

Depois umas 5 rodadas de Jenga pra ver quem manda melhor na habilidade.



E ainda rolou uma de Bang!

10 de dez de 2011

Papai Noel chegou.

E não é que o bom velhinho existe mesmo, e ao contrário dos correios ele chega até antes da hora.
 Agora só falta descolar o tempo necessário para ler as regras de tudo isso e juntar os amigos para curtir a jogatina em meio a correria de final de ano.


Todos os jogos foram muito bem pesquisados, não me considero um colecionador gosto de ter jogos que realmente vejam mesa com frequencia, mas de todos que chegaram posso destacar o Modern Art do Reiner Knizia, um dos clássicos dele que eu ainda não tinha e de todas as versões do jogo existentes no mercado esta versão alemã da Pégasus Spiele é com certeza a mais caprichada.


O outro autor do qual sou fã desde 1996 é Richard Garfield que me trouxe aos jogos modernos através do Magic the Gathering e não é que o sujeito lançou um boargame bélissimo "King of Tokyo" no melhor estilo Godzilla com mecânicas simples e muito divertido, comparável ao Bang no estilo Party Game, um jogo rápido cerca de 30 minutos por partida de 2 à 6 jogadores.


Por hoje é isso, na sequencia resenhas e jogatinas dos respectivos jogos.

30 de nov de 2011

Uma caixa com boardgames tentando sair da Amazon.


Nesta epóca em que todos nós boardgamers estamos em função das compras de natal, (eu mesmo já me dei vários presentinhos),  ansiosos de eles cheguem logo surge este video, que dó!
Agora entendo pq nossas encomendas demoram tanto a chegar. heuaheuaheua.

15 de nov de 2011

Um jogo Genial!

Este foi um dos grandes jogos que eu trouxe da viagem ao Chile em outubro, comprado na loja da Devir a versão deles vem com manual em espanhol e português e chamasse Genial, a versão internacional chamasse Ingenious. Mais um para minha coleção de jogos do Dr. Reiner Knizia.


Abaixo segue uma resenha muito bem feita do Blog http://premiojota.blogspot.com









“Os abstratos são os jogos em seu estado mais puro. Sua principal característica é que são jogos onde não há tema, ou o tema não tem importância para a experiência lúdica. Embora alguns jogos como Xadrez e Hive, por exemplo, tenham um tema agregado à mecânica, o mesmo é usado apenas na nomenclatura das peças, não tendo qualquer importância no tocante ao jogo em si.


Outra característica fundamental dos abstratos é a informação perfeita. Os jogadores devem saber o tempo todo qual é a posição atual do tabuleiro, qual era a posição inicial e quais jogadas foram feitas nesse percurso. Nada deve estar oculto aos jogadores.


Isso também implica a minimização da sorte. Um jogador fazer o melhor movimento possível sem se dar conta disso é o máximo de sorte aceitável. Porque como bem disse J. Mark Thompson em seu famoso artigo Defining the Abstracts, os abstratos são jogos onde os oponentes propõem quebra-cabeças uns aos outros.


Jogos abstratos devem comportar apenas duas pessoas. Mais gente que isso acaba levando à alianças contra o jogador que esteja em vantagem, descambando para a política. E, como já foi dito, estes são jogos onde o cerne é propor desafios espaciais para o oponente.


Ante ao exposto, não é de admirar-se que eu tenha ficado meio cabreiro antes de experimentar o Ingenious. O jogo comporta até quatro jogadores, estes sorteiam seus tiles de dentro de um saco, e estes tiles são mantidos escondidos dos outros jogadores.


Também me incomodava o fato de ser um jogo de Reiner Knizia. Tenho que confessar que sofria de um preconceito contra o Doutor. Ingenious ainda havia vencido o Hive no Prêmio JoTa, e Hive é meu jogo favorito. Votei nele sem nunca ter jogado o Ingenious ou o Blokus, que ficou em terceiro lugar, de tanto que eu gosto desse jogo. Só fui jogar o Ingenious quando o Bira me pediu para escrever este texto. Então qual não foi minha surpresa ao deparar-me com um jogaço, que realmente faz jus a seu nome (Ingenious significa engenhoso).


O jogo vem com um tabuleiro hexagonal, 120 tiles de duplos hexágonos, quatro porta-peças, um saco de veludo, quatro tabuleiros de placar, e 24 marcadores de placar. Os componentes são todos de boa qualidade, mas os tiles claramente se destacam. São duplos hexágonos de plástico resistente, como grandes dominós pretos com símbolos coloridos sobre eles. São ao todo seis cores, cada uma com um símbolo correspondente, para permitir que joguem aqueles que têm dificuldade em distinguir as cores.





As regras do jogo são muito simples. No início da partida, cada jogador recebe seis tiles. Cada tile contêm dois símbolos. Em seu turno o jogador deve posicionar um tile no tabuleiro e marcar os pontos cabidos, se houverem. Um ponto é marcado para cada cor igual adjacente e em retas contínuas às cores do tile que foi colocado. Cada cor é pontuada separadamente, e o vencedor é aquele com a maior menor pontuação (a maior pontuação em sua “pior” cor). Parece complicado mas na prática não é.


Após colocar um tile, pontuar e encerrar sua jogada, o jogador compra um novo tile para repor o que foi jogado. Se ficar sem tiles que contenham sua cor com menos pontos, o jogador pode trocar todos os tiles de sua mão. Ao completar dezoito pontos em uma cor o jogador tem direito a uma jogada adicional, que deve ser feita antes da reposição do tile jogado previamente. Caso faça dezoito em outra cor, ele tem direito a outra jogada e assim sucessivamente. Quando não puder ou não quiser mais jogar, ele repõe tantos tiles quanto foram jogados, até ter seis tiles nas mãos novamente. Após atingir dezoito pontos o jogador não pode mais pontuar naquela cor.


Um detalhe importante é que, com exceção do primeiro turno de cada jogador, não há restrições de posicionamento de peças. Elas não precisam tocar em símbolos da mesma cor, nem mesmo em outros tiles.


É isso! E é aí que reside a genialidade do jogo. Como todo bom abstrato, Ingenious tem regras simples, poucas e elegantes, mas que dão margem a um jogo profundo, que pode ser disputado em vários níveis. Apesar do alto fator tático, uma boa estratégia é fundamental para a vitória, já que o jogo exige uma pontuação equilibrada.


Uma das maiores qualidades que um jogo pode ter é alta rejogabilidade, e neste quesito Ingenious se destaca. Uma partida nunca é igual à outra, tanto pelo sorteio das peças, quanto pelos muitos caminhos a seguir: Pontuar em duas cores ou uma só? Pontuar sempre a menor cor ou tentar marcar muitos pontos em uma cor pra ganhar um lance a mais? Bloquear agressivamente os adversários ou jogar na sua buscando maximizar os pontos? Estas são apenas algumas das muitas opções com as quais você se depara ao longo de uma partida.



No fim das contas, tudo que pensei que pudesse ser um defeito acabou revelando-se uma qualidade. A possibilidade de até quatro jogadores, a informação imperfeita, a sorte: tudo isso é usado a favor do jogo de modo a proporcionar uma experiência prazerosa para qualquer pessoa.

11 de nov de 2011

I'm Back.

Voltando aos tabuleiros após uma overdose de Magic the Gathering que durou 8 meses e encerrou com o Grand Prix Santiago do Chile em outubro, de agora em diante só torneios de pré lançamento e drafts de Magic pra mim. Adoro o Magic desde 1995 quando comecei a jogar, sempre curti torneios, mas é um jogo muito individualista que me afasta da família e amigos em função dos torneios e viagens, além de tomar muito tempo de dedicação para conhecer todas as cartas e decks que estão jogando em cada formato. Tem os amigos do Magic mas são poucos.

Bom dito isto com + tempo disponível estou de volta aos Boardgames, a família e aos amigos de mesa, coisa que somente os tabuleiros conseguem reunir ao mesmo tempo.

Abaixo algumas fotos do GP e encerro este capítulo:

Fotinha ao lado do meu grande brother Mario.

Fazendo pose na mesa dos top players.

Concentrado na mesa Nº1

Participando da cobertura do Blog do Mario.

Disfarçado de peão na exposição Juguete Nacional.

27 de mar de 2011

Coloretto.


O objetivo é acumular o maior número de cartas de três cores à sua escolha. As fileiras de cartas vão se formando e cada um deve pegar para si a fileira que for mais conveniente. Mas atenção: a qualquer momento uma cor indesejada pode sobrar para você! Você pode mudar as suas escolhas, mas fique atento para não ficar com muitas cores nas mãos: no final, apenas 3 cores contarão como pontos positivos - as demais serão pontos negativos.
Um jogo simples, mas com uma pitada de estratégia. Monte a sua e vença o jogo!
2 à 5 jogadores.
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Jefferson: Este nunca joguei, mas já li varios artigos sobre o game original e parece um jogo leve e estratégico e ainda se encaixa na faixa de preço de War cardgame e Monopoly Deal, ótimo investimento e excelente iniciativa da Grow trazendo jogos modernos para o mercado nacional o próximo da lista será o Catan com lançamento previsto para abril.

11 de mar de 2011

Ludo Brasil Magazine

Foi lançada neste dia 10 de março a nova revista brasileira sobre jogos de tabuleiro, a 1ª ed. veio muito bonita, com muitas páginas falando sobre o mundo dos boardgames, merece destaque a colaboração de vários usuários da www.ilhadotabuleiro.com.br e Bloggers que contribuiram de forma espontânea para que a revista se tornasse realidade.
No meio lúdico é costume ver esse tipo de atitude assim como a pouco tempo no site www.boardgamegeek.com jogadores ao redor do mundo se uniram formando um leilão de jogos doados para ajudar a família de Tom Vesel que havia acabado de perder o filho recén nascido.


Abaixo segue o link para a site da revista:

9 de mar de 2011

Feriadão com muita jogatina

Nesse Feriadão começou cedo a jogatina, no sábado joguei um draft oficial de Magic the Gathering na Bucaneiros Loja de Magic de Pelotas e venci o torneio faturando + 5 boosters e alguns pts no ranking da Wizards.


Domingo após a janta viramos a noite até 5:30 da manhã de segunda-feira no QG do Mario em RG começando com um BANG! seguido por algumas partidas de Citadels e finalizando a noite com Last Night on Earth em homenagem aos Zumbis do Samba. heuaheuaheua. Vide post da Dice Hobby Store de Rio Grande.
http://dicehs.blogspot.com/2011/03/noite-dos-mortos-vivos.html

Eu no time dos heróis finalizei a noite ganhando dos zumbis dançantes com a ajuda do nosso Chef da noite Mamute, conseguimos vencer os comedores de cérebro na penúltima rodada quando faltava pra nós apenas matar um único zumbi e este foi derrubado a golpes de tacos de baisebol pelo meu quarterback. O Mamute meu companheiro na equipe dos heróis estava a ponto de morrer, totalmente cercado pelos zumbis e alguns Zumbis-Heróis após os personagens dele que eram 2 adolescentes terem perdido 2 turnos acreditando que está realmente seria a Última Noite na Terra e dando aquela transadinha clichê dos filmes de zumbi enquanto ainda tinham chance e ainda perderam o último turno discutindo já que isso tbm é coisa de praxe quando se está prestes a ser comido por um bando de zumbis fedorentos.
Abaixo algumas fotos do madrugadão.


Final da jogatina com a derrota dos zumbis Jessica e Mario e vitória dos Heróis (eu)Chaveiro e Mamute.


Após o almoço na segunda-feira + jogatina, fomos para a Dice e lá começamos o primeiro Boardgame day da loja.



Foi bem legal começamos os trabalhos com um Colosseum do Wolfgang Kramer publicado pela Days of Wonder, baita jogo, rolou uma única partida com 5 jogadores lotação máxima permitida, estavam jogando eu, a Jessica, o Zero e + um casal que não lembro o nome, parece que foi o primeiro contato deles com os tabuleiros modernos, todos se divertiram bastante o jogo é composto de 5 rodadas e infelizmente as regras como ganhar ao final do jogo nos foram passadas de forma errada pelo Seco um dos proprietários da loja, acho que ele já havia jogado o game do jeito certo mas se atrapalhou na hora de ensinar. Só descobri isso pq trouxe o jogo pra casa no final da noite e percebi o erro ao ler as regras.
Jogo grandão com um tabuleiro do tamanho do Ticket to Ride e com componentes muito bonitos, esse tbm ganhei.
Setup do Jogo.

A galera jogando Colosseum numa mesa de 5 jogadores.


Depois disso rolaram mais algumas partidas de Bang  das quais não participei, com mesa cheia e lotação máxima permitida, mas tive a oportunidade de tirar uma foto da cara de derrota da Jessica.
Registro do Mesão de 7 jogadores no BANG!

A carinha de Loser da Jessica.


E logo após rolou mais uma partida de Citadels, este joguei e foi ganho por uma novata que mandou muito bem fechando o jogo com o papel do Arquiteto que ela usou para por em jogo sua sexta, sétima e oitava construção de uma só vez, resultado a moça ganhou o jogo com 21 pts 3 a + que eu que estava com 18 pts.
Um close da escolha do papel que seria utilizado nessa rodada.

Registro do mesão de 8 jogadores no Citadels.

E foi esse o resultado do feriadão por aqui muita jogatina e diversão com velhos e novos amigos e aquela sociabilização que só os bons Boardgames podem oferecer.

3 de mar de 2011

Resenha: Dominion

dominion
Em meados de 1994, um jogo de cartas mudou completamente o panorama do game design: O lançamento de Magic:The Gathering criou toda uma nova ótica sobre os jogos de cartas colecionáveis, mudando a maneira de se pensar em jogos e criando todo um mercado financeiro paralelo envolvendo suas cartas.
Nos anos que se sucederam, vários outros jogos de cartas seguiram o mesmo modelo básico de design: Um jogo onde você tem que montar seu próprio baralho, comprando pacotes e mais pacotes de cartas, em busca das melhores opções para seu deck, de forma que fique melhor que de seu adversário. Mas, no ano passado, surgiu um jogo que, apesar de ter as mesmas premissas, permitiu novos olhares sobre esse tipo de jogo.
Dominion, jogo de Donald X. Vaccarino, lançado em 2008 pela Rio Grande Games, a primeira vista poderia ser rotulado como apenas mais um, entre o tanto de jogo de cartas que existem hoje. Seu objetivo é construir o melhor baralho possível, e usar as cartas deste seu deck para vencer o adversário. A grande diferença é a forma que se dá essa construção.
Enquanto em Magic, e todos os similares, existe todo o “metajogo” da construção do baralho: Algo que acontece a priori do jogo de fato - numa experiência fora da esfera lúdica, ainda que no intuito da competição - em Dominion, essa montagem do deck se torna algo dentro das regras do jogo. Você constrói enquanto joga, tornando isso parte da experiência lúdica. O jogo também permite que cada jogador esteja em igualdade total de condições de montar seu próprio baralho, pois todas as cartas disponíveis para os jogadores estarão em cima da mesa, no início da partida. Não existe uma corrida fora de jogo por cartas “melhores” ou mais raras.
Isso não significa que o jogo está contido por uma quantidade pequena de cartas e/ou opções: A caixa de Dominion (Enorme para um jogo de cartas, mas muito útil para manter tudo organizado) vem com 500 cartas. Parte delas estarão presentes em todos os jogos: as cartas de pontuação e dinheiro. Além dessas, existem 24 tipos de cartas de ação diferentes. Cada jogo começa com 10 dessas cartas, que vem em montes de 10. A partir daí, você monta seu baralho - durante o jogo - usando o seu dinheiro e sua estratégia. Além disso, já possui uma expansão - Intrigue - que pode ser jogada tanto sem a necessidade do jogo original ou como uma expansão de fato e uma nova - Seaside - a ser lançada no fim do mês.
Seguindo os moldes da maioria dos chamados Eurogames, Dominion tem regras bem simples. A maior dificuldade inicial é decorar e/ou ter que reler cada carta de ação que possui um efeito distinto. Mas o jogo é leve e não dura mais que 30 minutos, permitindo que seja jogado várias vezes sem cansar.
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Jefferson: O jogo é nota 10, mecânica perfeita, rejogabilidade muito grande, com uma curva de aprendizado que acaba instigando a jogar mais para por em prática os conceitos e estratégias que desenvolvemos durante as partidas. O tipo de jogo que quanto mais se joga mais vontade dá de jogar de novo.
E para quem joga ou já jogou Magic mostra como em uma caixa com 500 cards ao custo médio de $35.00 dólares se pode ter muita diversão à baixo custo, sem necessidades de correr atrás de cartas raras ou raras míticas última moda do Magic pra deixar ainda mais roubado o que já era caríssimo, me lembro de ano passado ainda ter jogado com decks de Magic que apenas uma das muitas cartas raríssimas do deck custava de $35 à $50 dólares.
Outro fator que se destaca no Dominion é a facilidade de iniciar novos jogadores Gamers e não-Gamers de diferentes faixas etárias, algo dificílimo de ocorrer com o Magic devido a seu custo alto, infinidade de séries e expansões e regras extremamente complexas.
O jogo ainda acertou na veia, no formato de jogo que mais me atrai em card games, construção de decks, algo que ainda me mantém jogando Magic embora neste a montagem do deck seja feita como um setup inicial do jogo, draft ou selado.
Aqui em casa ta tudo Dominado.      
:P

2 de mar de 2011

Assim que se joga: Dominion

                                                              Fonte da imagem

O jogo é ambientado na Idade Média, onde cada jogador é um Monarca com um simples Estado, mas com ambição de aumentar o seu legado, trazendo para si mais tesouros, artesãos, Lenhadores, e agregando mais vitórias. Tudo isso em cartas de Tesouros, Pontos de Vitória e de Reino.

Detalhes do Jogo
O Objetivo do jogo é ampliar seu deck - chamado de Domínio. E o que vai lhe trazer a vitória é colecionar mais cartas de Vitória (cor Verde). Mas para tê-las, tem que comprar outras cartas que vão lhe dá mais ações, e mais poder de compra, e também atrapalhar outros jogadores.

Para se começar, tem que separar os vários tipos de cartas, em pilhas. Primeiro, cada jogador recebe:
- 7 cartas de Tesouro de Valor 1 (Cobre)
- 3 cartas de Tesouro de Valor 1 (Estado).

Totalizando 10 cartas, que é seu Domínio. O jogador embaralha as 10 cartas, pega 5 cartas e põe na sua mão, e o restante é colocada na mesa, com as cartas virada, formando o seu deck.




Agora é a vez de organizar a mesa com as Cartas que serão compradas por todos os jogadores:

1) Forma-se 3 pilhas com as cartas de Tesouro :
- Cobre (custo $0, valor 1),
- Prata(custo $3, valor 2),
- Ouro (custo $6, valor 3)

2) Forma-se 3 pilhas com as cartas de Vitória:
- Estado (custo $1, valor 1),
- Condado (custo $5, valor 3),
- Ducado (custo $8, valor 6)

3) Forma-se 1 Pilha de Maldição (custo $2)

4) Foma-se 1 Pilha de Lixo: para cartas que ficarão fora dos domínios dos jogadores.

5) Forma-se 10 pilhas de Cartas do Reino:
Essa pilha é composta por diversos tipos de cartas, à escolha dos jogadores, e são elas que possibilitarão fazer combos (combinações) que alteram a regra do jogo, tornando-o estratégico, competitivo, e rejogável. Existe uma escolha sugerida para as primeiras partidas que são:
- Celler (Adega, custo $2)
- WoodCutter (lenhador, custo $3 )
- Militia (Milícia, custo $4 )
- Village (Aldeão, custo $3 )
- Mine (Mina, custo $5 )
- Moat (xxxx, custo $2)
- Workshop (venda, custo $3)
- Smith (ferreiro, custo $4)
- Remodel (remodelador, custo $4)
- Market (mercado, custo $)

Todas essas pilhas são feitas no centro da mesa, para que todos os jogadores possam ver e comprar qualquer uma dessas cartas. Um detalhe interessante é que há para cada tipo de carta, uma carta com o fundo azul, que é colocada por ultimo, e que serve de marcador de fim de pilha. Pois o fim do jogo acontece assim que:
1) Uma das 3 pilhas de Cartas de Vitória se esvazia
ou
2) Três outras pilhas quaisquer se esvaziam.

Cada jogador, no seu turno tem 3 etapas:
1a Etapa: Baixar uma Carta de Ação e executá-la (caso tenha alguma);
2a Etapa: Fazer um compra - (caso queira e/ou tenha tesouro); para isso baixa-se as cartas de tesouro e compra qualquer carta disponível na mesa.
3a Etapa: Todas as cartas baixadas, e que sobraram na mão vão para a pilha de descarte, e logo em seguida pega-se outras 5 cartas do seu deck (caso não tenha cartas suficiente lá, reembaralha-se a pilha de descarte e se cria um novo deck de cartas, para se pegar mais cartas para se completar a mão).

O jogo continua, com cada jogador tentando comprar as melhores cartas e também comprando as cartas de Vitória que fará ganhar o jogo. Um ponto interessante é que se deve ter o equilíbrio de saber comprar tantas cartas do Reino, quanto as cartas de Tesouro quanto de Vitória, para se chegar um bom resultado.


O que mais chama atenção no jogo são as possibilidades de combinações que crescem a cada rodada, levando cada jogador a pensar mais e mais para se obter as melhores compras.

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Fonte: http://mundoludico.blogspot.com


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Jefferson:
Na minha opinião é o melhor card game que conheci nesta leva de jogos modernos que tenho tido acesso.
Construir o próprio deck jogando, com todos os jogadores tendo acesso aos mesmos recursos em uma mecânica simples e inovadora.
É muita coisa boa num jogo só.

27 de fev de 2011

Ludoteca.

Aqui umas fotos da Ludoteca depois da chegada dos últimos jogos.
Só alegria. ;)
 Tá bonito isso ae.

Essa é pra da um destaque nos 5 jogos do Reiner Knizia, Todos muito bons o FITS lá em baixo foi o último do Knizia que chegou é para até 4 jogadores, mas já joguei até sozinho, pura nostalgia tipo um Tétris multiplayer com 4 tabuleiros e peças individuais para cada jogador deslizar as peças que são viradas nas cartas e no final determinar quem marcou + pontos. Muito bom.

Chegaram mais uns joguinhos.



Este é o último lote que chegou na semana passada.
Só jogo bom todos foram muito bem estudados antes da compra, Stone Age, merece um destaque especial com certeza é o melhor jogo de colocação de trabalhadores (Workers Placement) que já joguei, muito mais simples de aprender e mais divertido que o Leonardo da Vinci que eu gosto muito tbm.


A expansão do TTR Europe ainda não jogamos.
O Incan Gold é bem Party Game para até 8 jogadores e vê mesa com qualquer grupo de jogadores, gamers e não gamers de todas as idades, uma expedição em busca de tesouros incas pra despertar o Indiana Jones que tem escondido em todos nós.


Forbidden Island é outro cooperativo do mesmo criador do Pandemic, Matt Leacock, mesma mecânica em um tema diferente e envolvente, jogando rápido sem pausas chega a dar um nervoso tipo será que vamos afundar junto com a ilha ou vamos escapar levando todas as relíquias escondidas por lá.


Mas o campeão desta última remessa foi o Dominion, que vai ser o primeiro destes que vou colocar uma resenha de um site de portugal que eu curti muito.
O jogo é perfeito um card game com mecânica simples e inovadora numa Big Box com 500 cards que desde que foi aberto tem sido o + jogado por aqui, mesmo que se leve outros jogos pra mesa o Dominion tá sempre lá marcando seu lugar.

12 de fev de 2011

Nova fase do Blog

Vou começar a nova fase do Blog com uma ótima noticia sobre o meu jogo preferido e que me trouxe de volta ao mundo dos Jogos de Tabuleiro.






Grow lançará Settler of Catan no Brasil

Anúncio de lançamento promete mexer com o mercado brasileiro.
Durante a Spielwarenmesse International Toy Fair, na Alemanha, a fabricante de jogos brasileira Grow representada por João Nagano e Gustavo Arruda, assinou o contrato com a firma Kosmos da Alemanha, representada por Andrea Ahlers para trazer o Settlers of Catan para o Brasil.
Catan é um jogo de tabuleiro moderno criado em 1994 por Klaus Teuber que chega ao Brasil com o título traduzido "Os Colonos de Catan". Seu lancamento está previsto para abril de 2011.
A editora Kosmos publicou o jogo na Alemanha em 1995 com o nome Die Siedler von Catan. É um dos jogos alemães mais vendidos de todos os tempos, já tendo atingido as 18 milhões de unidades no mundo todo, sendo o primeiro Jogo de Tabuleiro de Estilo Alemão a alcançar popularidade fora da Europa.
Em 1997 foi lançado no mercado americano pela Mayfair Games.
Ganhou os prêmios Spiel des Jahres em 1995, o 1º lugar do Deutscher Spiele Preis em 1995, e o Origins Award de 1996.
A Grow é um dos maiores fabricantes brasileiros de jogos e brinquedos. A empresa já licencou diversos jogos de tabuleiro ao longo dos anos 80 como: Acquire/Cartel, Cosmic Encounter/Contatos Cósmicos, Supremacy/Supremacia, Red Alert/Alerta Vermelho e Scotland Yard/Interpol.
No mercado brasileiro, o jogo é importado pela editora Devir há cerca de dois anos.


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Nota: Eu tenho a versão Devir do Catan que tem uma ótima qualidade, mas eles decidiram nesta versão utilizar um padrão único para as cartas que não combina com as originais importadas e suas expansões e fizeram o mesmo em relação ao tabuleiro, quando comprei a expansão para 5-6 jogadores percebi que os Tiles da borda do mapa não encaixam com os da versão Devir e tive de fazer um corte com estilete para conseguir encaixá-los.


Espero que o mesmo não aconteça com a versão da Grow.

Pouco tempo, muito assunto e muita jogatina.

Como o trampo tem me tomado muito das minhas horas úteis, o pouco tempo que me resta acabo usando para jogar os muitos jogos que já tenho em minha Ludoteca e pesquisar sobre mais jogos que aos poucos vão entrando em minha Wish List.


Decidi então que para não deixar o Blog desatualizado e compartilhar conhecimento com quem passar por aqui vou começar a postar o melhor de tudo que encontro em minhas navegadas atrás de notícias sobre o mundo dos Boardgames.


Vou colocar sempre a matéria ou post de sites e blogs que acesso na integra e indicando a fonte original da pesquisa para quem quiser acessar os endereços originais e ler sobre outras coisas que eu ainda não tenha comentado.


No caso de artigos de páginas em outro idioma, vou fazer a tradução antes de colar aqui, não me custa nada digitar a tradução enquanto leio estas matérias.


Bom essa deve ser a cara do Blog à partir de agora espero que gostem, de quando em vez vou postar algo meu em geral falando sobre as jogatinas do grupo aqui em casa.


A idéia principal é valorizar o trabalho de outros Bloggers e compartilhar conhecimento sobre os boardgames com a galera interessada no assunto.


Round 2 Go!

19 de jan de 2011

Resenha: Ticket to Ride Europe



Objetivo: O objetivo do jogo é de construir comboios de trens em rotas que estão dispostas no mapa, a cada rota completada o jogador soma pontos de acordo com o tamanho da rota e ao final do jogo somam-se os pontos de bônus que são adquiridos através dos tickets (algo como objetivos de rotas à cumprir), tbm são dados pontos para a rota + longa e para as Estações de Trem que não foram utilizadas.


Regras: O livro de regras é muito bem escrito. Aqueles que já jogaram alguma outra versão do TTR são informados sobre quais seções são novas para eles


Componentes: As cartas com as figuras dos trens são de excelente qualidade e além da cor do vagão tem pequenos símbolos nelas que correspondem aos símbolos nas rotas do tabuleiro, permitindo que pessoas daltônicas possam jogar. 


Os trens tbm são de ótima qualidade feitos em plástico assim como as 3 peças de Estações  de Trem que foram adicionadas em cada cor.


Tickets: No inicio do Jogo os jogadores recebem aleatóriamente uma das 6 rotas longas de 20 ou 21 pontos e outras 3 rotas curtas de 6 à 12 pontos, e devem ficar com no mínimo duas destas rotas para cumprir podendo adquirir mais rotas curtas ao longo do jogo, no final do jogo são conferidos os tickets de todos os jogadores somando pontos positivos para as rotas que foram completadas e negativos para as rotas incompletas + um bônus de Rota mais Longa no valor de 10 pontos para aquele jogador que conseguir fazer a maior rota consecutiva de trens da sua cor sem utilizar Estações de Trens ao longo desta rota.


Túneis: Várias rotas entre as cidades têm um contorno escuro à sua volta, denotando o fato de que estas são um túnel. Túneis adicionam um pouco de aleatoriedade para o jogo, visto que o jogador nunca tem certeza do tamanho exato que um túnel pode ter. 


Sempre que um jogador está fazendo uma rota entre duas cidades com um túnel ele deve colocar as cartas de vagões na cor correspondente como em uma rota normal (por exemplo, 4 vagões verdes), e então revelar as 3 primeiras cartas do baralho. Se qualquer um destes cards revelados combinar com a cor das cartas de trem que estão sendo jogadas (ou curingas), o jogador deve jogar uma carta adicional para combinar com cada card revelado se ele não pode, ele deve retomar as suas cartas e tentar novamente no próximo turno se quiser.


Os túneis adicionam um pouco de sorte para o jogo, mas é uma sorte que o jogador pode controlar, até certo ponto. Você realmente quer construir um túnel de 2 vagões amarelos? 


Bem, se você tem 3 cards amarelos, você sabe que você tem uma boa chance, com 4 cards amarelos será quase certo, e com 5 cards amarelos terá certeza do sucesso. Os jogadores que arriscam, por acaso quando eles têm apenas o número mínimo de cards de trem na cor necessária, correm o risco de perder sua vez, revelando suas cartas, e mostrando aos outros jogadores onde eles pretendem jogar.


 Estações de Trem: As Estações se tornam mais importantes em jogos com 4 à 5 jogadores onde frequentemente os jogadores tem suas rotas bloqueadas, desta forma utilizando uma 


Estação o jogador não perde parte da rota que já havia completado pois utiliza a rota de outros jogadores para completar seu objetivo. É importante calcular se vale apena utilizar a 


Estação pois ao final do jogo as Estações não utilizadas somam 4 pontos cada.


Diversão: Nunca joguei a primeira versão do TTR que é um pouco mais simples, mas a versão Europe tbm pode ser considerada uma boa porta de entrada para novos jogadores, mesmo acrescentando rotas duplas, Estações de Trem e os Túneis, ainda é um jogo fácil de ensinar/aprender e muito divertido, não sendo chato para aqueles que conhecem jogos mais profundos como Puerto Rico por exemplo.


Diversão garantida para toda a família independente da idade e para qualquer grupo de jogadores novatos ou experientes e com qualquer número de jogadores de 2 à 5.


Dependência de Idioma: Nenhuma.


Todas as 6 Rotas Longas